sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

OS BENEFÍCIOS DO LEVEDO DA CERVEJA

A cerveja é consumida por milhares de brasileiros, principalmente no verão, porém poucas pessoas sabem que por meio de sua fabricação se obtém a fermentação do levedo de cerveja, que contém alto valor nutricional.
 Segundo a nutricionista Bruna Murta, da Rede Mundo Verde, o levedo de cerveja é obtido através da levedura Saccharomyces cerevisiae, um fungo responsável pela fermentação do açúcar de cereais como o arroz, o trigo, a cevada, o malte e o lúpulo. O levedo é geralmente extraído após o processo de fermentação da cerveja. De acordo com a especialista, o levedo de cerveja é utilizado como complemento alimentar por causa do seu alto valor nutricional rico em minerais, ferro, fósforo, magnésio, potássio, cromo, zinco e vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B6, B5, ácido fólico, biotina). As vitaminas do complexo B estão envolvidas em vários processos metabólicos e principalmente na síntese (formação) de carboidratos, importantes para fornecer energia ao organismo mantendo seu equilíbrio e bom funcionamento. “Com esses valores nutricionais, o levedo combate a fraqueza muscular e a dificuldade de concentração” afirma Bruna.
A especialista também orienta sobre os cuidados que se deve ter em relação ao intestino, porque o levedo de cerveja possui leveduras que podem competir com bactérias probióticas (bactérias benéficas) no intestino, que causa um desequilíbrio da microbiota intestinal. 
O levedo de cerveja também oferece benefícios na melhora do funcionamento cerebral, na melhora da pele como nos casos de acne, eczemas e psoríase, e na melhora das unhas e cabelos contra o envelhecimento precoce.
O levedo de cerveja é encontrado em flocos e pó, que podem ser acrescentados a vitaminas, sucos de frutas, iogurtes e saladas de frutas. Em comprimidos, deve-se tomar com líquidos, de acordo com a orientação do fabricante. O consumo do levedo é de 1 colher de sopa ao dia. “É importante que as pessoas saibam que o levedo de cerveja não pode ser utilizado por pacientes com doença celíaca, por pessoas com fungos como candíase e micoses de repetição e desequilíbrio na microbiota intestinal” diz Bruna Murta.

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